19 janeiro 2006

 

Olhando

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05 janeiro 2006

 

Mulheres

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04 janeiro 2006

 

Ouvindo

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30 dezembro 2005

 

Mulheres intemporais

Posted by Picasa Andrea Parker

29 dezembro 2005

 

Olha quem aqui está?

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23 dezembro 2005

 

Jantar Parte 4

Muro da Vergonha
Hoje vou estar novamente com o pessoal... não nos encontramos desde o casamento do pifri ... esse grande resistente. mas não o último. já lá vão quase 3 meses. de lá até hoje muito aconteceu nas nossas vidas pessoais e profissionais. vai ser bom recordar novamente velhas histórias e acima de tudo estar juntos para "produzir" novas histórias. os temas de conversa serão muitos, mas carros, futebol, mulheres e alguma política com as presidenciais à porta não vai faltar concerteza. não tenho acompanhado o blog como outros o têm feito mas atrevo-me a fazer uma pequena estatística. começo a notar como temas de destaque aldrabas: tema que gerou 4 comentários. mulheres semi-nuas: tema que gerou 3 comentários. são estes os contributos no blog que despertou mais atenção em quem o consulta, de tal modo que despertou as pessoas a comentar. bons temas. bom pessoal até logo.

21 dezembro 2005

 

Jantar

Porque não um jantar à Espanhola, no dia de Reis?
Era mais apropriado à nossa condição de reis...

16 dezembro 2005

 

JANTAR DA IRMANDADE

NÃO ESQUECER O JANTAR DA IRMANDADE NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, PELAS 19:30 HORAS.
O PONTO DE ENCONTRO É NO CHAVE D'OURO.
TODOS DEVERÃO COMPARECER!

06 dezembro 2005

 

Ler

"Agora que achamos que percebemos tudo, qual é o ponto da situação? Depois das ruinosas experiências do século anterior, de tantos comportamentos incorrectos, de tantas mortes, instalou-se um agnosticismo repugnante em torno de questões da justiça e da redistribuição da riqueza. Acabaram-se os grandes ideais. O Mundo terá de melhorar, se é que algum dia vai melhorar, a pouco e pouco. A maioria das pessoas tem uma visão existencialista da vida - ter de ganhar a vida a varrer as ruas é visto apenas como uma questão de azar. Não estamos numa era visionária. As ruas têm que ser limpas. Os azarados que se cheguem à frente."
in Sábado, Ian McEwan

28 novembro 2005

 

Talvez assim seja mais fácil



The Lovers I - René Magritte


 

E porque não?

"My left foot #1
Tendo que começar por algum lado, ocorre-me:Quando acordei da anestesia pensei que estava na praia. Parece que o meu marido estava ao meu lado e que passou por mim um enfermeiro. Eu, na minha débil loucura (quem sabe se num momento de grande verdade) levantei a cabeça, segui o gajo com os olhos e disse:- Foda-se! Este enfermeiro marchava.Mesmo assim, algumas horas depois, o meu marido amparava-me os vómitos."

no Sociedade Anónima, do melhor que se faz na blogosfera.

24 novembro 2005

 

Aprendi e viajei na blogoesfera

Desconhecia a história do equívoco da "cama de Procrustes". Está disponível no recente "inquieto".
Não sei porquê, gosto do estilo do Comufo. Vejam um post bem giro sobre masturbação. O problema é o balde. Mas ri-me com gosto.

 

Mulheres

As mulheres são como as batatas: ou descascadas, ou a murro!
Mas não podemos viver sem elas...
...as batatas, claro!

 

As relações

"O momento revelador veio depois. Pepo no corredor, o olhar dele cruzando-se com o meu, a top model entre os dois, de costas para mim, e a fracção de segundo que se seguiu ao beijo. Pepo parecia dizer-me: "mas tu esperavas o quê? Ainda acreditas na monotonogamia? Deixa-me dizer-te três coisas sobre as relações eternas: ou a começas antes dos vinte e poucos anos, ou a vais traindo, ou não tens oportunidade de a trair, porque és feio e pobre. Para elas funciona mais ou menos da mesma forma". "

in Memória inventada

 

O cantinho das citações

It seemed the world was divided into good and bad people. The good ones slept better... while the bad ones seemed to enjoy the waking hours much more.

Woody Allen

23 novembro 2005

 

Professores-Amas????

Na passada 2ª feira, estive a ver o "prós&contras", sobre a actual crise (mais uma) na nossa educação. Fiquei um pouco com a sensação de que o grande problema para os profs é o facto de terem que dar "aulas de substituição" quando podiam estar sem fazer nada ou pelo menos não estarem junto dos alunos. Uma das criticas que dirigiram à ministra da educação foi terem que por vezes dar aulas que não serão da sua área (prof de história a dar matemática por ex, não tem grande cabimento).
O que ficou esclarecido nesse debate, não sei se viram, foi que o ministério apenas exige as "actividades de substituição", não exigindo que A,B, ou C vão dar esta ou aquela disciplina.
Pessoalmente, não sei se estas aulas serão a melhor solução para os muitos "furos" que os alunos têm, mas uma coisa eu sei, e acho que não se pode de facto deixar andar os alunos pelos pátios, cafés ou ruas de cada vez que têm os ditos furos.
Quem já tem filhos nota bem a diferença entre a nossa infância e a de agora, em que enquanto nós iamos a pé para as escolas com 5, 6 anos hoje dificilmente os pais deixam os filhos ir sózinhos a pé para qualquer lado e não é só por comodismo deles...
Eu até tenho na familia dois profs que dão aulas de substituição e embora refiram que por vezes não é fácil motivar os alunos para essas aulas, concordam com as mesmas.
E já agora fica uma reflexão que achei interessante sobre o tema...

"Qualquer professor que não seja um debilóide sabe estabelecer uma relação com turmas de alunos que não conhece e conversar descontraidamente sobre aspectos genéricos das disciplinas e as suas correlações (nada é estanque), sobre os modos de tirar notas na aula, sobre a procura de um livro na biblioteca, sobre o uso produtivo da Internet e outras questões metodológicas."

Eduardo Prado Coelho, PÚBLICO, 23-11-2005

14 novembro 2005

 

Coincidências

Porque será que as cores dos cartazes do Mário Soares são as da monarquia, azul e branco?

12 novembro 2005

 

Aldrabas


Algures na casa de alguém com um graaande humor. Posted by Picasa

09 novembro 2005

 

Barça


Inagurado recentemente em Barcelona, este edificio já suscitou a imaginação de imensa gente quanto ao que sugere e logicamente ao seu nome. Abrimos aqui um espaço com sugestões de um nome apropriado.
A mais benéfica, partilhada com os meus filhos, é SUPOSITÓRIO.
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08 novembro 2005

 

França

Hoje todos somos profetas e dissemos que a situação em França era de há muito previsivel. Talvez sim. Mas no entanto ela ai está.
A ideia, bastante difundida, de que as crianças são todas boas, de que a sua natureza é intrinsecamente boa, de que não há meninos maus é uma enorme basófia. Só há meninos maus!
A natureza humana é a inerente à sua sobrevivencia, e para sobrevivermos tivemos, sempre, de matar outros. Nós somos os descendentes daqueles que pelas suas caracteristicas foram os mais aptos a sobreviver e isso não se fez à custa da filantropia ou da bondade. O Homem perante situações de "mata-mata", como diz o nosso seleccionador, tem mesmo é que matar para não ser morto. Se hoje em dia as nossas crianças já não reagem tanto assim deve-se ao facto de os seus pais fazerem um esforço enorme para sublimar estes instintos mais primitos, fornecendo-lhes quadros de referência e exemplos a seguir,apesar de tudo a violência está inscrita na sua matriz genética.
Eu estive em França este ano, em algumas regiões sentia-se receio no ar (é facil dissê-lo agora), não há uma mistura dos nativos com a população emigrante, por racismo ou medo, não sei. O que há é uma separação clara entre ambos, como que um muro. Os seus referenciais são distintos e estes jovens o melhos que tem parecido com um referencial são os filmes violentos de Hollywood.
O meu ponto é que estes incidentes me parecem uma manisfestação da necessidade de sobrevivência de uma população sem raizes, sem quadro de referência que lhes tenha moldado o modo encarar a realidade eles reagem primitivamente, instintivamente, violentamente e isso não tem solução fácil, por mais policias que haja na rua.

07 novembro 2005

 

Presidenciais

Mais uma razão para votar Mário Soares:

"A minha candidatura constitui um incentivo para os mais velhos." - M. Soares


PS: Será que isto já é para mim?

06 novembro 2005

 

Só para que conste

"O primeiro-ministro garantiu hoje que as auto-estradas sem portagens (Scut) vão continuar a não ser pagas pelo utilizador enquanto as regiões por elas servidas não atingirem os índices de desenvolvimento iguais à média nacional".
A notícia vem na edição de hoje do jornal "Público" e, antes que o PM se esqueça - mais uma vez - das suas promessas, resolvi colocar aqui este excerto de notícia.
Em Caminha, na inauguração de um troço da A-28 (parece que ainda não está, de facto, concluído, mas isso é outra coisa...), Sócrates justificou a ausência de portagens com a seguinte frase: "O objectivo das auto-estradas sem portagens é promover o desenvolvimento regional e a solidariedade regional. É dever do país financiar a promoção do desenvolvimento das regiões".
Vamos ver se assim é e se Sócrates consegue fazer impor o seu ponto de vista ao Ministro das Finanças.
Recordo que, no dia 28 de Outubro, Teixeira dos Santos (referido pelo Público) "admitiu a introdução de portagens nalgumas Scut, já em 2007, revelando que a decisão será ditada pelo estudo sobre o novo modelo de financiamento da rede rodoviária, que deverá estar concluído no próximo ano. Teixeira dos Santos garantiu, no entanto, que só serão pagas as auto-estradas em que se verifiquem duas condições: o nível de desenvolvimento da região e a existência de alternativas viáveis".
O que é que isso vai significar para Abrantes e para a nossa região?

04 novembro 2005

 

Acordar

Hoje acordei a pensar nisto...

03 novembro 2005

 

Estado

Ao Estado, como nós o conhecemos, compete a assunção de responsabilidades no âmbito social ao prover os meios para a satisfação de necessidades, consideradas básicas à sobrevivência e a manter um minim de dignidade de vida aos cidadãos. Neste âmbito inserem-se as diversas prestações sociais: subsidio de desemprego, pensões sociais (regimes não contributivos), subsidio de doença, rendimento minimo; assim como todos os serviços prestados "gratuitamente": segurança e defesa nacional, rede rodoviária e transportes, justiça, saúde, educação...
O que cada vez mais estará em cima da mesa é até que ponto pode o Estado continuar a ser um Estado-Providência sem por em causa a sua propria existência ou em sobrecarregar os contribuintes com uma carga fiscal de tal maneira alta que se torne incomportavel?
Pode o Estado suprir, ainda que subsidáriamente, a todas as crescentes necessidades dos seus cidadãos?
Podem os cidadãos suportar uma carga fiscal tal que permita essa assumpção de responsabilidades?
Qual será o papel do Estado?

02 novembro 2005

 

O.E. 2006

A leitura deste documento é deveras interessante e por vezes surpreendente, senão veja-se as despesas dos diversos gabinetes ministriais: variam maioritariamente entre os 4 a 5 milhões de euros, alguns nos 3 milhões e sómente um abaixo deste valor, com 2,97 milhões o gabinete do ministro da saúde é o mais poupadinho, parabéns ao Correia de Campos.
Muito mais esbanjador é o gabinete de Ministro da Defesa, apesar de parecer concentrar em si os serviços centrais desse ministério, gastará 188,213 milhões de Euros, 63 vezes mais que o ministério da saúde, cento e oitenta e oito milhões de euros!!! Alguém por favor explique isto.
Mas o mais sumptuário é sem comparação os Serviços de Apoio, Estudos e Coordenação da Presidencia do Conselho de Ministros com um orçamento de 2.694.539.529 Euros, dois mil seiscentos e noventa e quatro milhões quinhentos e trinta e nove mil e quinhentos e vinte e nove euros, só pode ser engano ou não?
Com montantes deste calibre, com o nosso dinheiro, dos nossos cada vez maiores impostos, que moral tem o governo para exigir sacrificios aos pobres contribuintes?
Desejo ardentemente que isto não passe de umas lamentáveis gralhas, mas não acredito, confirmem aqui.
PS: comparem com o OE de 2005 aqui.

31 outubro 2005

 

Nostalgia

Porque será que, na véspera de 1 de Novembro, dia de todos os santos, fico mais nostálgico?
Porque razão me sinto envelhecer?
Tirei estes dias para descansar e passear com a família. Passear, visitar familiares, viajar, ir ao cinema.
Gostei bastante do "Crime do Padre Amaro", que vi hoje mesmo.
Recomendo o seu visionamento. Muito interessante e actual.
Porque será, também, que está na moda toda a gente "dar pancada" na Igreja?
Não é por isso que fui ver ou que o filme vale mas é interessante, tem ritmo, apela para temas actuais e entretém bem.
Continuação de bom fim de semana para todos, porque amanhã é feriado e devo estar com a "neura".

 

Olhando

DIDLEY - Paula Rego

27 outubro 2005

 

S.A.

Não deixem de visitar este blog, temos muito a aprender e além disso está muito bem escrito.
Uma delicia.

 

Autarquias e a Crise

Quero dar em primeiro lugar ao(s) promotores desta ideia do muro da vergonha e sendo esta a minha primeira pequena colaboração, deixo uma pequena reflexão que me ocorreu por altura das eleições autárquicas...
Numa época de "crise" e de recentes eleições autárquicas, dei comigo a pensar que isto das autarquias e juntas de freguesia já deu o que tinha a dar.
Será que se justifica que uma cidade como a nossa tem necessidade de 4 freguesias urbanas? São 4 presidentes de junta mais não sei quantos deputados de freguesia a receberem senhas de presença em reuniões e assembleias de freguesia e isto multiplicado por todas as juntas de freguesia por esse país fora.
Será que se justifica que existam concelhos com 20, 30, 40 ou mais freguesias?
Será que se justifica que existam concelhos como por exemplo, Sardoal, Constância ou o Entroncamento que têm 2 ou 3 freguesias e uma área minúscula?
Porque é que na nossa câmara por exemplo não existe apenas um funcionário que seria responsável pela gestão das actuais freguesias urbanas.
Isto tudo multiplicado por muitos casos no país devem ser muitos milhões de euros que se poderiam poupar aos contribuintes e que servem na maior parte das vezes apenas para arranjar uns pequenos "tachitos" aos amiigos do partido A, B ou C....
Enfim é o país que temos...

26 outubro 2005

 

Para recordar!



A qualidade da foto é discutivel, mas sobra em qualidade das personagens...

 

Greve!

Uma greve do poder judicial!!!
Para manterem um regime exclusivo de assistência médica?
Vamos iniciar uma nova etapa do crescimento democrático a que nós, aqui neste blog, não podemos de deixar de nos juntar. Assim assumimos aqui uma micro-causa, a de pedir, encarecidamente, ao Primeiro Ministro deste Pais que mande marcar, com carácter de urgência, uma greve de zelo do seu Governo. Seria concerteza uma greve que viria por bem, com repercussões ao nivel das nomeações, das decisões de investimento questionáveis e quejantos. O Pais agradece.

25 outubro 2005

 

Aldrabas

Verona - Itália

Não é concorrência ao Adufe.

 

Presidenciais


Só encontrei uma boa razão para poder votar em Mário Soares...
Procuram-se mais.

24 outubro 2005

 

O eterno feminino

Verona . Itália, Jul 2005

22 outubro 2005

 

A primeira vez

Ele lembra-se, como se fosse hoje, da sua primeira vez. Talvez nem todos os homens sejam assim, mas ele tem uma memória distintiva da sua primeira vez.
A sua adolescência foi regada com muita testosterona, qualquer vislumbre de um bom rabo de saia servia para despertar pensamentos libidinosos, e um menino com uma erecção só tem uma solução.
Vem isto a propósito da primeira vez, tantas vezes sonhada e tantas vezes adiada.
A sua primeira vez foi cuidadosamente planeada, com laivos de malicia luxuriante, e requereu toda uma logistica digna de uma operação militar. No seu tempo o adiar da primeira vez era muito condicionado pela oportunidade, ou melhor, pela falta de oportunidade. Desde o local à data tudo foi pensado, o lençol para colocar de baixo e que ficaria ensanguentado também foi pensado, os bombons, os liquidos e até os preservativos, apesar de na altura eram um verbo de encher, não foram esquecidos. Foi uma operação bem sucedida. Missão cumprida.
Entre juras de amor eterno até houve lugar a uma segunda descarga hormonal.
Foi o momento perfeito para ficar para sempre arquivado nas memórias de ambos, perfeitamente delico-doce como ela queria, tinha sonhado e tantas vezes vislumbrado em filmes românticos. Foi também suficientemente parecido com o que ele tinha sonhado, até nas duas vezes, e tantas vezes visto em filmes pornográficos.
PS: Para além das diferenças de género e inerentes hormonas o processo de crescimento ambiental condiciona de facto a maneira como encaramos as situações futuras. As meninas sonham com uma primeira vez romântica, com momentos perfeitos, enquadramento perfeito, companhia perfeita. Os meninos, são mais chãs, querem é fazer a coisa, descarregar as hormonas. É claro que os sentimentos também contarão e a companhia será muito importante mas o poder das hormonas é determinante.
As meninas na primeira vez perdem algo. Perdem algo fisicamente, o himén, e perdem também a virgindade. Parece uma situação de perde-perde. Os meninos, pelo contrário, estão numa situação de ganha-ganha, tiveram a sua primeira relação sexual e deixaram de ser virgens, não perdem a virgindade ganham é um novo "estatuto". Porque é que a mesma situação é vista como um ganho para eles e uma perda para elas?

21 outubro 2005

 

Sentidos - 2

Concordo com o JMT.
Há claras diferenças entre pornografia e erotismo e não é pela exibição de sexo explícito que elas se estabelecem. É - como ele diz e bem - pelas sensações que despertam em nós.
Melhor é aquilo que imaginamos e não nos é oferecido para visionarmos de borla; melhor é aquele espaço da mente onde chegamos pelo nosso ínitmo, numa sensação de beleza e harmonia; melhor é a viagem que fazemos e que nos transporta para um estado de harmonia interior quando vemos uma imagem que nos agrada e podemos imaginar o resto. Com a devida vénia para os olhares, aqui vai uma imagem interessantíssima.


19 outubro 2005

 

Loaded

Renovados todos os convites.
Espero que desta se alargue o leque dos membros, para enriquecimento de todos.

 

Sentidos


A destrinça entre pornografia e erotismo (enquanto arte) nunca foi fácil para mim.
A única forma que encontro de as destinguir está no orgão em que despertam interesse. A primeira no falo e a segunda no cerebro, será tão simples assim?

 

Benfica

Vivemos momentos de alegria em resultado dos últimos jogos do glorioso...

14 outubro 2005

 

Ficar em casa

Túmulo de D. Pedro

O tempo convida a ver hoje uma bela história de amor: Pedro e Inês!

Eu sei, é da porra da idade.


13 outubro 2005

 

Somos só nós dois?

Afinal, onde andam os nossos amigos?
Pensei que era suposto sermos, no início, pelo menos 4 blogueiros, para irmos alargando a mais amigos do nosso tempo.
Pensei que iríamos ser um grupo de amigos solidários uns com os outros, que gostariam de escrever num espaço comum, porque têm ou tiveram coisas em comum e ainda têm a afinidade de estarem ligados à mesma terra e estarem a envelhecer ao mesmo tempo. Um envelhecimento que desejamos prolongado e longo mas que fará mais sentido e dará mais sentido à nossa existência se for sendo construído de modo partilhado, em rede.
É um facto que cada um tem a sua profissão, cada um tem a sua casa e a sua família.
Mas temos um comum uma infância e uma juventude que não renego e da qual me orgulho muito.
Porque não alargar este blog ao Pifri, ao Zé-Zé, ao Pedro Heitor, à Rosária, à Bela, à Nanda, à Edite e a tantos outros rapazes e raparigas do nosso tempo? E ao Filipe Alves, ao Luís Cordeiro, ao Paulo Alves, ao Paulo Silva e tantos mais de quem talvez não me esteja a lembrar?
Gostava de saber notícias do Nuno "Rodopeças". Encontrei o Joaquim Lúcio há dias. É uma questão de irmos "sacando" os mails uns dos outros e o "master" deste blog lhes enviar o convite, sensibilizando-os para o que se pretende.
Porque não organizarmos, através deste blog, um encontro de ex-escuteiros e ex-chefes do nosso tempo?
Fica o desafio. Quantos anos tem o 172? Há quantos anos entrámos todos para lá? Creio que há 30. Uma boa data para um encontro...
Este fim-de-semana há Jamboree em São Lourenço. Ainda se lembram?

12 outubro 2005

 

É quando estás de joelhos...

É quando estás de joelhos
que és toda bicho da Terra
toda fulgente de pêlos
toda brotada de trevas
toda pesada nos beiços
de um barro que nunca seca
nem no cântico dos seios
nem no soluço das pernas
toda raízes nos dedos
nas unhas toda silvestre
nos olhos toda nascente
no ventre toda floresta
em tudo toda segredos
e de joelhos me entregas
sempre que estás de joelhos
todos os frutos da Terra.

David Mourão Ferreira

11 outubro 2005

 
Aqui vai mais um contributo meu.
Acabou-se a campanha, veio a época das chuvas (benditas), o Pifri casou-se com a Sandra e o país regressa à normalidade.
Entretanto, o Vince não passou por cá. Dissipou-se. Que merda de país onde nem sequer um furacão, um tornado ou uma tempestade a sério querem entrar.
Nem as intempéries querem saber de Portugal. Se fosse Espanha ou França ou mesmo Inglaterra, países a sério, talvez ele viesse com força. Agora, Portugal, uma merda sem destino... quem nos quer prestar atenção?
Um país que aposta em descentralizar Ministérios e Secretarias de Estado e, depois de gastos os milhões em obras em edifícios e palacetes, os rejeita e os deixa ficar vazios?!? Aqui bem perto, basta irmos à Golegã.

O Estado Português continua a pagar as instalações da Secretaria de Estado da Agricultura mas ela já não funciona lá.
Isto é possível?
Bom, mas o que é que nos resta?
Gozar a vida, beber uns copos com os amigos, passear com os filhos (os que já os têm), levar as mulheres a passear, tratá-las bem sem deixarmos de ver que o mundo tem muitas cores e nuances.
Somos homens, sabemos bem o que é a vida e o que ela custa.
Sem corremos o risco de sermos infiéis (só é quem quer), podemos retirar da vida o melhor que ela tem para nos dar.
Antes de colocar no ar uma imagem, abro a janela, deixo a brisa molhada das primeiras chuvas invadirem o meu estado de espírito e deixo-me relaxar.
Cá vai, por hoje, é apenas um brinde, uma oferta, uma lembrança de que (ainda) há coisas bela no Mundo. Coisas de que gostamos e que vale a pena continuarmos a amar.
Por exemplo, o elemento feminino. Felizmente, entre o nosso grupo de amigos, não se verificaram tresmalhados. Por isso, em homenagem aos puros e duros, cá vai uma oferta com amizade, deste vosso amigo OBSERVADOR.


 

Autarquias Vs Futebol

Os autarcas responsáveis pela construção de estádios de futebol que se revelaram autênticos elefantes brancos, Aveiro e Faro, perderam as respectivas eleições.

 

Economia

Adam Smith, fundador da economia clássica, tinha a certeza de que a aptidão dos seres humanos para trocas monetárias pertencia apenas à natureza humana. "nunca ninguém viu um cão fazer uma troca deliberada e justa de um osso por outro com outro cão" escreveu ele, e "nunca ninguém viu um animal através dos seus gestos e da sua linguagem natural dizer a outro: isto é meu e isso é teu, estou disposto a trocar isto por isso".
Num laboratório do Hospital de Yale - New Haven, Chen, um economista comportamental, conduziu uma experiência com macacos capuchinho com resultados surpreendentes, sendo de realçar os seguintes pontos: ao serem ensinados a usar dinheiro, os macacos capuchinho reponderam bastante racionalmente a incentivos simples; irracionalmente a jogos de azar; não conseguiram poupar; roubaram sempre que surgiu a oportunidade; trocaram dinheiro por comida e. ocasionalmente, sexo.
Por outras palavras, tiveram um comportamento bastante semelhante ao das criaturas que pensamoser, o Homo Sapiens.

 

Olhando - 3

jmt-2005

10 outubro 2005

 

Futebol

Vamos iniciar uma subscrição para ajudar o Sr Scolari a terminar com dignidade a sua colaboração com a FPF.
Tem sido mau de mais.

 

Eleições

Em Lisboa foi a derrota da demagogia e da arrogância. Prepotente até no discurso da derrota.
Parabéns aos amarantinos!
As declarações do Jorge Coelho deviam ser referentes a outro filme que não a este, de certeza.
A desfaçatez, arrogância e a tentativa de ajuste de contas dos discursos de V. Loureiro e de F. Felgueiras. O primeiro parecia completamente alucinado.
A familia Soares caiu em desgraça (finalmente?).
O CDS conseguiu uma Camara, a da terra do meu coração, Ponte de Lima.
As lições a tirar destas eleições tire-as quem quiser, ou souber, moralismos é que não.

08 outubro 2005

 

Dia de reflexão

E. Munch - Melancoly

07 outubro 2005

 

Por via das dúvidas

Cavalheiro idoso, calvo e sem jeito
para foder procura quem o ature
e acredite (às vezes) na ressurreição.

Nunca leu livros, cospe grosso
e ronca. Assunto sério: morrer com alguém.

Manuel de Freitas, in O Coração de Sábado à Noite

 

Eleições

Último dia de campanha eleitoral, chegámos ao fim de mais uma campanha sem dados de maior.
Hoje aparenta ser um dia mais frenético que o habitual, queimam-se os últimos cartuchos, tenta-se o último indeciso.
Muito circo, pouco pão!
Há muitos candidatos que merecem vencer pela seriedade das suas propostas e da sua maneira de estar na vida. Outros, enfim outros merecem ser empalhados no Muro da Vergonha.
Seja qual for a opção é importante participar votando, não nos alhearmos da decisão de escolha dos nossos autarcas.
Eu vou votar no domingo!

 

Dificuldades

Dificuldades inesperadas têm impedido alguns colaboradores de se juntarem a nós.
Vou tentar solucionar o problema (não é promessa eleitoral).

04 outubro 2005

 

Olhando-2


Choke - Paula Rego

 

ECE

Os bombeiros de Albufeira propõem que cada individuo introduza no seu telemovel um numero a que se atribui o "nome" de ECE (En Caso de Emergência) para que em caso de acidente os socorros telefonem para esse numero e assim possam saber mais dados relevantes sobre a pessoa em causa e lhe possam ministrar um melhor socorro.
Parece-me uma atitude louvável, contribuir para um melhor socorro às inumeras vitimas de acidentes rodoviários, domésticos, cardiacos. O que me causa algum prurido é partir-se do principio de que por se ir prestar um socorro a uma vitima se tem acesso a toda a sua vida privada, se sabemos todos cada vez mais está retratada no seu telemovel. As chamadas que fez, para quem, quando, todos os seus contactos, tudo fica sob a alçada dos benévolos socorristas.
Trará isto um benefício tão grande que justifique a devassa da privacidade dos cidadãos?
Eu tenho imensas dúvidas. Quem não quiser permitir o acesso ao telemovel terá de ter escrito no visor que em caso algum permite o acesso de estranhos ao seu telemovel? Se isto for para afrente a maioria das pessoas porá no contacto ECE o numero do respectivo conjuge, em caso de acidente rodoviário em que eventualmente poderia ser muito util conhecer alguns dados do sinistrado, e estes viajem juntos isso não será de qualquer utilidade ou não viajando juntos iria criar uma situação de enorme stress na pessoa a contactar.
Tendo acesso ao telemovel quem deveria ter acesso a esse contacto ECE, os bombeiros? A policia? O pessoal da viatura de emergência médica? O pessoal hospitalar?
Porque não uma chapinha estilo militar, tão em voga entre os jovens, com um número de contacto ECE, assim ficava ao livre arbitrio de cada um usá-la ou não...
Aceitam-se mais sugestões.

03 outubro 2005

 

Capitalismo



"Capitalismos
CAPITALISMO IDEAL - Você tem duas vacas. Vende uma e compra um boi. Eles multiplicam-se e a economia cresce.Você vende a manada e aposenta-se. Fica rico!
CAPITALISMO AMERICANO - Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO JAPONÊS - Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e vende-os para o mundo inteiro.
CAPITALISMO BRITÂNICO - Você tem duas vacas. Ambas são loucas.
CAPITALISMO HOLANDÊS - Você tem duas vacas. Elas vivem juntas e em união de facto. Não gostam de bois e tudo bem.
CAPITALISMO ALEMÃO - Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
CAPITALISMO RUSSO - Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodka.
CAPITALISMO SUÍÇO - Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.
CAPITALISMO ESPANHOL - Você tem muito orgulho em ter duas vacas.
CAPITALISMO BRASILEIRO - Você tem duas vacas. E reclama porque a sua manada não cresce...
CAPITALISMO HINDU - Você tem duas vacas. Ai de quem tocar nelas.
CAPITALISMO PORTUGUÊS - Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria o IVVA- Imposto de Valor Vacuum Acrescentado. Um fiscal vem e multa-o, porque embora você tenha pago correctamente o IVVA, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. O Ministério das Finanças, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas.Para se livrar do sarilho, você dá a vaca que resta ao inspector das finanças para que ele feche os olhos e dê um jeitinho..."
in quartarepublica.blogspot.com/

 

Poliglota

Os alunos do primeiro ciclo vão ter aulas de Inglês facultativas e fora do horário escolar, dependendo da adessão dos municipios a esta medida.
O Governo acha que a nossa competitividade depende do sabermos falar bem uma lingua estrangeira e neste caso o inglês. Não do espanhol (castelhano) que cada vez mais é necessário quer por via da proximidade quer por via do investimento espanhol feito em Portugal. Estamos a caminhar para sermos pouco mais que uma provincia Espanhola e não havendo forma de alterar isto temos mesmo é que aprender a sua lingua, como forma de melhor os entendermos e de dai usufruirmos mais e melhores beneficios. De realçar que há aulas de inglês apartir do 2º ciclo, obrigatórias, que pelos vistos não têm contribuido para um melhor conhecimento desta lingua, são mais uma disciplina curricular sem qualquer expressão prática no desenvolvimento pessoal dos alunos, Quem quer aprender inglês a sério sempre, e cada vez mais, se inscreve num instituto de linguas, não confia no ensino publico.
O Espanhol, que eu tenha conhecimento, não faz parte dos curricula do ensino secundário em Portugal. Parece que estamos a enfiar a cabeça na areia e não querer ver nada do que se passa ao nosso redor.Então iriamos nós os orgulhosos Portugueses ensinar a lingua dos nossos vizinhos mais próximos (e únicos), que são os que mais investem no nosso Pais, para onde exportamos mais e donde importamos mais, quando podiamos aprender a língua dos nossos mais antigos aliados.
Mas se estamos numa de confessar as insuficiências e iniquidades do nosso sistema de ensino público porquê o inglês e não a matemática? Quando é sabido que somos dos piores em matemática, que é onde os nossos alunos mais dificuldades têm, que é uma disciplina basilar onde acentam inumeras outras. Porque não este investimento na matemática? Não seria muito mais proveitoso para o Pais? Seremos concerteza uns ignorantes em tudo o que diz respeito às ciências exactas mas enfim sempre o podemos confessar em inglês o que constitui uma enorme satisfação.

01 outubro 2005

 

Celebrar

Dance of life - Munch

30 setembro 2005

 

No limiar

Ontem o Governo aprovou legislação que permite a video-vigilância nas estradas.
Depois das lojas, supermercados, estádios, bombas de gasolina, discotecas, fábricas, etc este é mais um passo para o Big Brother do George Orwell, o do 1984 não o da TVI.
Já houve tentativas para a sua introdução em esferas mais privadas como os hospitais mas até agora têm sido travadas. A questão que se me põe é qual é o limite?
Se até agora os fins a que se destinam parecem justificar os meios, só este ano já morreram 800 pessoas nas estradas Portuguesas, este passo de vigiar o espaço público em contraposição com a vigilância de locais onde se avisa à entrada que são vigiados e as pessoas só entram se quiserem é um passo em direcção ao controlo absoluto por parte de alguém sobre as nossas vidas. É verdade que somos controlados das mais diversas formas, os bancos por exemplo, por via dos cartões electrónicos tem acesso a toda a nossa vida, o que compramos, aonde, a que hora, por que preço, podendo retratar o nosso dia a dia com bastante exactidão. Mas aqui nós só usamos se queremos, temos opção apesar de pouco prática.
Às estradas não podemos fugir. Alguém vai ficar a saber todos os nossos movimentos e isso, confesso, assusta-me.

28 setembro 2005

 

Fotos





Abrantes menos óbvia fotografada por um turista ver aqui . Os confessionários são para mim um mistério e fonte de todas as fantasias por tudo o que implicam e explicam da nossa cultura judaico-cristã. A noção de pecado. O lavar de toda a má conduta. O reload da alma. A matriz do próprio Ser.


 

Something's Gotta Give



Revi este belo filme esta semana, Jack e Diane no seu melhor. Foi um prazer. Gostava de ter um riso como o do J.N. e de me apaixonar aos 63. Para além da beleza do filme a fazer lembrar os épicos (as grandes histórias de amor) da minha juventude ficam algumas curiosidades:
Alguém Tem Que Ceder é o 3º filme da diretora Nancy Meyers. Os anteriores foram Operação Cupido (1998) e Do Que as Mulheres Gostam (2000);
Esta é a 2ª vez em que Jack Nicholson e Diane Keaton atuam juntos. A anterior fora em Reds (1981);
A diretora Nancy Meyers, também autora do argumento de Alguém Tem que Ceder, escreveu a personagem Erica especificamente para Diane Keaton;
O título original do filme é uma homenagem a uma música de mesmo nome de 1954, de Johnny Mercer. O nome do personagem de Keanu Reeves é uma homenagem ao cantor;
Jack Nicholson canta a música "La Vie en Rose", durante os créditos finais.

 

Fado



Parecia tão fácil termos pontuado em Manchester, oportunidade única que nos escapou por entre os centrais.
Houve jogadores do Benfica que não se habituaram à cor das suas camisolas e pensaram jogar para os que tinham as camisolas vermelhas. Mesmo assim deviamos ter ganho, mas enfim o fado foi maior que nós e cumprimo-lo ficando com a vitória moral.

27 setembro 2005

 

A República das Bananas

Ontem à noite pudemos assistir, na RTP, a um dos momentos mais esclarecedores de que tenho memória. No debate sobre os medicamentos um Sr da Associação Nacional de Farmácias (ANF), o Dr João Cordeiro (JC), mostrou quem é que afinal manda neste Pais. Mercê de uma gritante incapacidade do Estado em cumprir os compromissos assumidos este ergueu um império que hoje domina todas as áreas da saúde em Portugal e que estende já para o estrangeiro.
Após as cenas edificantes que temos assistido nos ultimos tempos, nas autarquicas, nas nomeações deste governo, na recandidatura do M Soares (a propósito não deixem de ler o livro do A Mateus) vimos ontem um Sr dizer alto e bom som, ao vivo e a cores, perante milhões de espectadores (cidadãos Portugueses), cara a cara, que não negociava com o Ministro da Saúde porque não confiava nele!!!
Só mesmo neste cantinho é que uma cena destas é tolerada e aplaudida pela plateia. O ministro apesar de livido pareceu permanecer indiferente à cena e pediu, ou melhor implorou a este Sr que se reunisse com ele, repetidamente, uma vez a seguir à outra.
O pedante Prof Correia de Campos transfigurou-se num submisso ministro (no minimo) perante o verdadeiro poder.
Manda quem pode e obedece quem deve.
Temos que nos habituar à ideia ou então emigrar, não parece haver remédio para esta Republica. Aceitam-se planos de emigração ou projectos de revolução.

 

Olhando

Paula Rego - bay

26 setembro 2005

 

Ouvindo

Talvez seja da idade ou então é mesmo muito bom, estou a ouvir o novo album do Paul Mccartney - Caos and Creation in the Backyard e estou a gostar muito.

 

Acabado de chegar

Agradeço ao JMT o convite feito.
É sempre um prazer chegar ao Muro da Vergonha, esse espaço que ainda povoa o meu imaginário infantil e juvenil.
No Muro da Vergonha aconteceram sempre episódios engraçados e habitei o espaço com intensidade de uso... e abuso.
O espaço existe, reconvertido mas já não é o mesmo, em relação ao nosso tempo.
Talvez lá faltemos nós, cada vez mais distantes fisicamente uns dos outros, embora alguns residam a uma distância ridiculamente pequena.
Tenho saudades de quando crescíamos juntos e nos conhecíamos só de olhar.
É assim a vida. Mas o jantar de Sábado foi único, revivalista, intenso, de regresso ao passado.
Não importa a distância: Lisboa, Leiria ou Entroncamento. Para mim, seremos sempre todos bons amigos, disponíveis nos momentos em que tal for preciso.
E viva o noivo, que nos proporcionou o agradável (re)encontro e todos os disparates que dissémos e o vinho, o whisky e a cerveja que bebemos.
Valeu!

 

Abrantes vista do espaço


 

despedida de solteiro

é verdade o nosso amigo prifrau também já se cansou de estar na maior e vai começar uma nova etapa de vida. que será fácil ou difícil só compete a ele avaliar e conduzir. uma coisa, pelo menos, ele teve de certeza. foi a nossa companhia e amizade para comemorar esse facto. e isso é o que temos de melhor. como podem comprovar pelas palavras que estão a ler, aceitei o convite do zé-mi para participar neste blog de intenso debate e desabafo. o muro da vergonha. destinado a uma geração de adolescentes de meados de 80 do século passado, que olhava o mundo com grandes expectativas. o 25 de abril tinha sido às uns meros 10 anos e o país preparava-se para aderir à CEE. era um admirável mundo novo que se abria diante de todos nós e que aguardávamos com grande ansiedade. hoje vivemos em grande parte esse futuro, embora ainda tenhamos muito pela frente. na medida do possível procurarei deixar aqui um contributo quinzenal para partilhar convosco memórias, novas expectativas e pontos de vista sobre o mundo que nos rodeia. acima de tudo vou tentar estar mais perto de todos. uma vez que as circunstâncias da vida e de trabalho nos vai limitando no contacto. um abraço e bem-haja a todos os bloguistas do muro da vergonha. boa zé-mi.

 

despedida

Foi um fim de semana em grande com a despedida do nosso amigo Pifri da sublime condição de solteiro. O pôr a conversa em dia com velhos amigos e os excessos adequados à ocasião também estiveram presentes, se bem que se a festa fosse no local proposto pelo Zé Zé teria sido mais ...
Verifiquei no Google e o nosso amigo Pifri tem 284 menções. Está quase a apanhar o Santana Lopes...
Iniciei o contacto para que este blog sirva o propósito para que foi criado, espero que todos correspondam.

15 setembro 2005

 

Mãos à obra

Vamos, sempre gostei de um dia utilizar o plural majestático, arregimentar tropas para que neste espaço estejam representados os mais variados olhares sobre a realidade. Não haverá qualquer tipo de censura ou sequer tentativa de apenas refletir algum ponto de vista. Apenas terá um pressuposto de que os bloquistas já se tenham sentado no muro da vergonha de Abrantes e efectuado este salutar exercicio de ver, refletir e opinar sobre o que lhes passa à frente dos olhos, porque afinal este é o Mundo em que vivemos e ´todos nós temos uma palavra a disser sobre ele.

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